Descrição das principais diretivas do &php.ini;
Esta lista inclui as principais diretivas do &php.ini; que podemos definir para
configurar o PHP. Diretivas manipuladas por extensões são listadas
e detalhadas nas respectivas páginas de documentação da extensão;
Informações sobre diretivas de sessão, por exemplo, podem ser encontradas na
página de sessões.
Os padrões listados aqui são utilizados quando o &php.ini; não é carregado; os valores do &php.ini; de produção e desenvolvimento podem variar.
Opções de Linguagem
Opções de Linguagem e Configurações Diversas&Name;&Default;&Changeable;&Changelog;short_open_tag"1"INI_PERDIRprecision"14"INI_ALLserialize_precision"-1"INI_ALL
Antes do PHP 7.1.0 o valor padrão era 17.
disable_functions""INI_SYSTEM apenasdisable_classes""&php.ini; apenasexit_on_timeout""INI_ALLexpose_php"1"&php.ini; apenashard_timeout"2"INI_SYSTEMDisponível a partir do PHP 7.1.0.zend.exception_ignore_args"0"INI_ALLDisponível a partir do PHP 7.4.0zend.multibyte"0"INI_ALLzend.script_encodingNULLINI_ALLzend.detect-unicodeNULLINI_ALLzend.signal_check"0"INI_SYSTEMzend.assertions"1"INI_ALL com restriçõeszend.exception_string_param_max_len"15"INI_ALLDisponível a partir do PHP 8.0.0.
&ini.descriptions.title;
short_open_tagbool
Informa ao PHP se a forma abreviada (<? ?>)
da tag de abertura do PHP é permitida. Se quiser usar o PHP em
conjunto com XML, esta opção pode ser desabilitada a fim de
usar <?xml ?> em linha. Caso contrário,
pode-se imprimir isto com o PHP, por exemplo <?php echo '<?xml
version="1.0"?>'; ?>. Além disso, se desabilitada, deve ser usada
a forma extensa da tag de abertura do PHP (<?php ?>).
Esta diretiva não afeta o equivalente
<?=, que está sempre disponível.
precisionint
O número de dígitos significativos exibidos em números de ponto flutuante.
-1 significa que um algoritmo avançado para arredondar
estes números será utilizado.
serialize_precisionint
O número de dígitos significativos armazenados durante a serialização de números de pontos flutuantes.
-1 significa que um algoritmo avançado para arredondar
estes números será utilizado.
expose_phpbool
Expõe para o mundo que o PHP está instalado no servidor, o que inclui a
versão do PHP dentro do header HTTP (por exemplo, X-Powered-By: PHP/5.3.7).
disable_functionsstring
Esta diretiva permite que certas funções sejam desabilitadas.
Ela recebe uma lista de nomes de funções separadas por vírgula.
A partir do PHP 8.0.0, desabilitar uma função remove sua definição,
permitindo sua redefinição no nível do usuário.
Antes do PHP 8.0.0, desabilitar uma função apenas evitava que
a função fosse chamada.
Apenas funções internas podem
ser desabilitadas usando esta diretiva.
Funções definidas pelo usuário
não são afetadas.
Esta diretiva deve ser configurada no &php.ini;.
Ela não pode ser configurada no &httpd.conf;.
Esta diretiva pode ser contornada e não deve ser considerada uma
medida de segurança suficiente para ambientes de hospedagem compartilhados.
disable_classesstring
Esta diretiva permite que certas classes sejam desabilitadas.
Ela recebe uma lista de nomes de classes separadas por vírgula.
Desabilitar uma classe apenas impede que ela seja instanciada.
Somente classes internas podem ser desabilitadas ao usar esta diretiva.
Classes definidas pelo usuário não são afetadas.
Esta diretiva deve ser configurada no &php.ini;.
Ela não pode ser configurada no &httpd.conf;.
Esta diretiva pode ser contornada e não deve ser considerada uma
medida de segurança suficiente para ambientes de hospedagem compartilhados.
zend.assertionsint
Quando configurada para 1, código assertivo será gerado e
executado (modo de desenvolvimento). Quando configurada para 0
então código assertivo será gerado mas ignorado (não executado)
em tempo de execução. Quando configurada para -1 código assertivo não
será gerado, tornando as asserções sem custo (modo de produção).
Se um processo é iniciado em modo de produção, zend.assertions
não poderá ser modificada em tempo de execução, já que o código para as asserções não foi gerado.
Se um processo é iniciado em modo de desenvolvimento, zend.assertions
não poderá ser configurada para -1 em tempo de execução.
zend.exception_string_param_max_lenint
O tamanho máximo das strings na serialização string dos stack traces.
Deve ser entre "0" e "1000000".
hard_timeoutint
Quando o timeout é configurado em max_execution_time
é alcançado, o runtime PHP irá descarregar os recursos de maneira organizada. Se
algo travar nesse processo, o hard_timeout irá começar a contar
os segundos configurados. Se o hard_timeout for atingido, o PHP irá
descarregar de maneira desorganizada. Quando configurado para zero, o hard_timeout está desconfigurado.
Quando o PHP atinge o hard_timeout, vai ocorrer algo parecido com isso::
zend.exception_ignore_argsbool
Exclui argumentos de rastreamentos de pilha (stack traces), gerados a partir de exceções.
zend.multibytebool
Permite a análise de arquivos fontes em codificações multibyte. Habilitar zend.multibyte
é necessário para utilizar character sets como SJIS, BIG5, etc., que contém caracteres
especiais em dados de strings multibyte. Codificações compatíveis com ISO-8859-1 como UTF-8,
EUC, etc. não requerem esta opção.
Habilitar o zend.multibyte requer que a extensão mbstring esteja disponível.
zend.script_encodingstring
Este valor será usado a menos que uma diretiva
declare(encoding=...)
apareça no início do script. Quando uma codificação incompatível com ISO-8859-1
é usada, ambas zend.multibyte e zend.script_encoding devem ser usadas.
Strings literais serão transliteradas de zend.script_encoding para
mbstring.internal_encoding, como se a função
mb_convert_encoding tivesse sido chamada.
zend.detect_unicodebool
Verifica o BOM (Byte Order Mark) e determina se o arquivo contém caracteres
multibyte válidos.
Essa detecção é realizada antes do processamento de
__halt_compiler.
Disponível apenas no modo Zend Multibyte.
zend.signal_checkbool
Verifica se há manipuladores de sinais substituídos no encerramento.
exit_on_timeoutbool
Esta é uma diretiva unicamente do módulo mod_php do Apache1 que força um subprocesso do Apache a sair se ocorrer o timeout de execução do PHP.
Esse timeout causa uma chamada interna a longjmp() no Apache1 que pode deixar algumas extensões em um estado
inconsistente. Ao terminar o processo, quaisquer bloqueios ou memória pendentes serão liberados.
Limites de Recursos
Limites de Recursos&Name;&Default;&Changeable;&Changelog;memory_limit"128M"INI_ALL
&ini.descriptions.title;
memory_limitint
Define a quantidade máxima de memória em bytes que um script
pode alocar. Isto ajuda a prevenir que scripts mal escritos
consumam toda a memória disponível no servidor. Note que
para que não haja limite de memória, esta diretiva deve ser configurada para -1.
&ini.shorthandbytes;
Veja também: max_execution_time.
Ajustes de Desempenho
Ajustes de Desempenho&Name;&Default;&Changeable;&Changelog;realpath_cache_size"4M"INI_SYSTEMAntes do PHP 7.0.16 e 7.1.2, o padrão era "16K"realpath_cache_ttl"120"INI_SYSTEM
O uso da diretiva open_basedir irá
desativar o cache do caminho real.
&ini.descriptions.title;
realpath_cache_sizeint
Determina o tamanho do cache do realpath a ser usado pelo PHP. Este
valor deve ser aumentado em sistemas onde o PHP abre muitos arquivos, para
refletir a quantidade das operações de arquivo realizadas.
O tamanho representa o número total de bytes nas strings de caminhos
armazenadas, mais o tamanho dos dados associados à entrada de cache. Isto
significa que para armazenar caminhos mais longos no cache, o tamanho de cache
deve ser maior. Esse valor não controla diretamente o número de
caminhos distintos que podem ser armazenados em cache.
O tamanho necessário para os dados da entrada de cache depende do sistema operacional.
realpath_cache_ttlint
Duração do tempo (em segundos) em que as informações do realpath deve ser armazenadas em cache
para um dado arquivo ou diretório. Para sistemas com arquivos que raramente mudam,
considere aumentar o valor.
Manipulação de Dados
Opções de Configuração de Manipulação de Dados&Name;&Default;&Changeable;&Changelog;arg_separator.output"&"INI_ALLarg_separator.input"&"INI_PERDIRvariables_order"EGPCS"INI_PERDIRrequest_order""INI_PERDIRauto_globals_jit"1"INI_PERDIRregister_argc_argv"1"INI_PERDIRenable_post_data_reading"1"INI_PERDIRpost_max_size"8M"INI_PERDIRauto_prepend_fileNULLINI_PERDIRauto_append_fileNULLINI_PERDIRdefault_mimetype"text/html"INI_ALLdefault_charset"UTF-8"INI_ALLinput_encoding""INI_ALLoutput_encoding""INI_ALLinternal_encoding""INI_ALL
&ini.descriptions.title;
arg_separator.outputstring
O separador usado em URLs gerados pelo PHP para separar argumentos.
arg_separator.inputstring
Lista de separadores usados pelo PHP para analisar URLs de entrada em variáveis.
Cada caractere nesta diretiva é considerado como separador!
variables_orderstring
Configura a ordem de análise das variáveis EGPCS (Environment,
Get, Post,
Cookie e Server).
Por exemplo, se variables_order estiver configurada
como "SP" então o PHP irá criar as variáveis
&link.superglobals; $_SERVER e
$_POST, mas não irá criar
$_ENV, $_GET e
$_COOKIE. Configurar como "" significa que nenhuma
&link.superglobals; será definida.
Em ambas as SAPIs CGI e FastCGI,
$_SERVER também
é preenchida por valores do ambiente; S
é sempre equivalente a ES independentemente da
inclusão de E em outra parte desta diretiva.
O conteúdo e a ordem de
$_REQUEST também são
afetados por esta diretiva.
request_orderstring
Esta diretiva descreve a ordem na qual o PHP registra as variáves GET, POST
e Cookie no array _REQUEST. O registro é feito
da esquerda para direita, valores mais recentes sobrescrevem os valores mais antigos.
Se esta diretiva não está definida variables_order é usada para o conteúdo de
$_REQUEST.
Note que os arquivos php.ini da distribuição padrão não contêm
o 'C' para cookies, por motivos de segurança.
auto_globals_jitbool
Quando ativada, as variáveis SERVER, REQUEST e ENV são criadas quando elas são
usadas pela primeira vez ("Just In Time") ao invés de quando o script inicia. Se estas
variáveis não são usadas dentro de um script, habilitar esta diretiva resultará
em um ganho de desempenho.
O uso das variáveis SERVER, REQUEST e ENV é verificado durante o tempo de compilação
então usá-las, por exemplo, em variáveis variáveis não
causará sua inicialização.
register_argc_argvbool
Informa ao PHP se deve declarar variáveis argv & argc
(que podem conter as informações das requisições GET).
Veja também PHP em linha de comando.
enable_post_data_readingbool
Desabilitar esta opção faz com que $_POST e
$_FILESnão sejam preenchidos.
A única forma de ler dados postados será através do empacotador de fluxo
php://input.
Isto pode ser útil para intermediar requisições ou para processar
dados POST de uma maneira eficiente em termos de memória alocada.
post_max_sizeint
Configura o tamanho máximo dos dados postados. Esta configuração também afeta
o upload de arquivos. Para carregar arquivos grandes este valor deve ser maior
que upload_max_filesize.
De maneira geral
memory_limit deve ser
maior que post_max_size.
&ini.shorthandbytes;
Se o tamanho dos dados postados for maior que post_max_size então as variáveis
superglobals
$_POST e $_FILES
ficarão vazias. Isto pode ser observado de várias maneiras, por exemplo, passando uma
variável $_GET ao script que processará os dados,
por exemplo, <form action="edit.php?processed=1">,
e então verificando se $_GET['processed'] está preenchida.
O PHP permite sufixos para valores em bytes, incluindo K (kilo), M (mega)
e G (giga). O PHP fará as conversões automaticamente se forem
utilizados qualquer um destes. Cuidado para não exceder o limite de inteiros com sinal de 32 bits
(ao usar versões de 32 bits) uma vez que isso fará o script
falhar.
Registro de alterações de post_max_size&Version;&Description;5.3.4post_max_size = 0 não irá desabilitar o limite quando o conteúdo
for do tipo application/x-www-form-urlencoded ou não esteja registrado no PHP.
5.3.2 , 5.2.12
Permite tamanho ilimitado de dados postados ao configurar post_max_size como 0.
auto_prepend_filestring
Especifica o nome de um arquivo que é automaticamente analisado
antes do arquivo principal. O arquivo é incluído como se tivesse sido
chamado com require, então
include_path é utilizado.
O valor especial none
desativa a auto-inclusão.
auto_append_filestring
Especifica o nome de um arquivo que é automaticamente analisado
depois do arquivo principal. O arquivo é incluído como se tivesse sido
chamado com require, então
include_path é utilizado.
O valor especial none
desativa a auto-inclusão.
Se o script for terminado com exit,
então a auto-inclusão não ocorrerá.default_mimetypestring
Por padrão o PHP irá imprimir um media type utilizando o header
Content-Type. Para desabilitar o envio da codificação configure esta opção como vazio.
O padrão interno do PHP é o media type text/html.
default_charsetstring
"UTF-8" é o valor padrão e o valor desta diretiva é utilizado
como o character set padrão para
htmlentities,
html_entity_decode e
htmlspecialchars se o parâmetro
encoding for omitido. O valor de
default_charset também será utilizado para configurar o
character set padrão para as funções iconv
se as opções de configuração
iconv.input_encoding,
iconv.output_encoding e
iconv.internal_encoding
não estiverem definidas, e também para as funções
mbstring se as opções de configuração
mbstring.http_input,
mbstring.http_output e
mbstring.internal_encoding
não estiverem definidas.
Todas as versões do PHP usarão este valor como o charset no
header padrão Content-Type enviado pelo PHP caso o header não seja sobrescrito
por uma chamada à função header.
Configurar default_charset para um valor vazio
não é recomendado.
input_encodingstring
Esta configuração é utilizada por módulos multibyte
como mbstring e iconv. O padrão é vazio.
output_encodingstring
Esta configuração é utilizada por módulos multibyte
como mbstring e iconv. O padrão é vazio.
internal_encodingstring
Esta configuração é utilizada por módulos multibyte
como mbstring e iconv. O padrão é vazio. Se vazio,
default_charset é utilizado.
Caminhos e Diretórios
Caminhos e Opções de Configuração de Diretórios&Name;&Default;&Changeable;&Changelog;include_path".;/path/to/php/pear"INI_ALLopen_basedirNULLINI_ALLdoc_rootNULLINI_SYSTEMuser_dirNULLINI_SYSTEMuser_ini.cache_ttl"300"INI_SYSTEMuser_ini.filename".user.ini"INI_SYSTEMextension_dir"/path/to/php"INI_SYSTEMextensionNULLApenas no &php.ini;zend_extensionNULLApenas no &php.ini;cgi.check_shebang_line"1"INI_SYSTEMcgi.discard_path"0"INI_SYSTEMcgi.fix_pathinfo"1"INI_SYSTEMcgi.force_redirect"1"INI_SYSTEMcgi.nph"0"INI_SYSTEMcgi.redirect_status_envNULLINI_SYSTEMcgi.rfc2616_headers"0"INI_ALLfastcgi.impersonate"0"INI_SYSTEMfastcgi.logging"1"INI_SYSTEM
&ini.descriptions.title;
include_pathstring
Especifica uma lista de diretórios onde as funções
require, include,
fopen, file,
readfile e file_get_contents
procuram por arquivos. O formato é como a variável de ambiente
PATH: uma lista de diretórios
separados por dois pontos no Unix ou ponto e vírgula no Windows.
O PHP considera cada item no include_path separadamente ao procurar por
arquivos para incluir. Ele irá verificar o primeiro caminho, e se não o encontrar,
verificar o próximo caminho, até que encontre o arquivo incluído ou
retorne com um
E_WARNING
ou um E_ERROR.
Pode-se modificar ou configurar o include_path em tempo de execução usando
set_include_path.
include_path no Unixinclude_path no Windows
Utilizar um . no include_path permite
inclusões relativas ao diretório atual. Entretanto
é mais eficiente utilizar explicitamente include
'./file' em vez de fazer o PHP sempre procurar no diretório
atual a cada inclusão.
Variáveis ENV também estão acessíveis em arquivos .ini.
Assim é possível referenciar o diretório home utilizando
${LOGIN} e ${USER}.
Variáveis de ambiente podem variar entre APIs de servidor já que esses ambientes
podem ser diferentes.
include_path do Unix utilizando a variável de ambiente ${USER}open_basedirstring
Limita os arquivos que podem ser acessados pelo PHP à árvore de diretório
especificada, incluindo o próprio arquivo.
Quando um script tenta acessar o sistema de arquivos, por exemplo utilizando
include ou fopen, a localização do arquivo
é verificada.
Quando o arquivo está fora da árvore de diretório especificada, o PHP se recusará a acessá-lo.
Todos os links simbólicos são resolvidos, então não é possível evitar esta restrição
com um link simbólico. Se o arquivo não existe então o link simbólico não pode ser
resolvido e o nome do arquivo é comparado a um (resolvido).
pode afetar mais que apenas as funções de sistema de arquivos; por exemplo,
se o MySQL está configurado para utilizar os drivers mysqlnd,
LOAD DATA INFILE será afetado por .
Grande parte da funcionalidade estendida do PHP utiliza open_basedir desta maneira.
O valor especial .
indica que o diretório atual do script será utilizado como o
diretório base. Isto é, no entanto, perigoso pois o diretório atual
do script pode ser facilmente alterado com chdir.
No httpd.conf pode ser desabilitada
(por exemplo, em alguns hosts virtuais)
da mesma forma que
quaisquer outras diretivas de configuração com "php_admin_value open_basedir
none".
No Windows os diretórios são separados com um ponto e vírgula. Em todos
os outros sistemas os diretórios são separados com dois pontos. Como um
módulo Apache os caminhos de de diretórios pai agora são
automaticamente herdados.
A restrição especificada com é um
nome de diretório, não um prefixo.
O padrão é permitir que todos os arquivos sejam abertos.
open_basedir pode ser restringido em tempo de execução. Isto significa
que se open_basedir é configurado para /www/ no &php.ini;
então um script pode restringir a configuração para
/www/tmp/ em tempo de execução com
ini_set. Ao listar vários diretórios é
possível utilizar a constante PATH_SEPARATOR como um separador
independentemente do sistema operacional.
A partir do PHP 8.3.0, não aceita mais um
caminho contendo o diretório superior (..) quando
definido no momento da execução usando ini_set.
O uso da diretiva open_basedir definirá realpath_cache_size
como 0 e assim desabilitará o cache do caminho real.
open_basedir é rede de segurança extra, mas não é uma proteção
total, e portanto não deve-se depender para garantir a segurança.
doc_rootstring
O "diretório raiz" do PHP no servidor. Utilizado apenas
se estiver informado.
Se o PHP não foi compilado com FORCE_REDIRECT, o doc_root precisa
ser configurado quando o PHP estiver sendo executado em modo CGI em qualquer
servidor web (diferente do IIS). A alternativa é utilizar a configuração
cgi.force_redirect abaixo.
user_ini.cache_ttlintuser_ini.filenamestringuser_dirstring
O nome base do diretório utilizado como diretório home do usuário pelos
arquivos do PHP, por exemplo public_html
.
extension_dirstring
O diretório no qual o PHP deve procurar por extensões carregadas
dinamicamente. É recomendado especificar um caminho absoluto. Veja também: enable_dl
e dl.
extensionstring
Quais extensões carregáveis dinamicamente carregar quando o PHP inicia.
zend_extensionstring
Nome da extensão Zend carregável dinamicamente (por exemplo,
XDebug) a carregar quando o PHP inicia.
cgi.check_shebang_linebool
Controla se o PHP CGI verifica linhas iniciando
com #! (shebang) no início do script em execução.
Esta linha pode ser necessária se o script suporta execução tanto como
script autônomo e via PHP CGI. O PHP em modo
CGI pula esta linha e ignora seu conteúdo se
esta diretiva estiver habilitada.
cgi.discard_pathbool
Se habilitada, o binário PHP CGI pode ser colocado com segurança fora
da árvore de diretório web e não será possível contornar a segurança .htaccess.
cgi.fix_pathinfobool
Fornece suporte real a PATH_INFO/
PATH_TRANSLATED para CGI.
O comportamento anterior do PHP era definir PATH_TRANSLATED
como SCRIPT_FILENAME e não perceber o que
PATH_INFO é. Para mais informações sobre
PATH_INFO, veja as especificações do modo CGI.
Configurar esta diretiva para 1 fará o modo
CGI corrigir seus caminhos para obedecer à especificação.
Configurar com zero faz o PHP se comportar como antes. Ela é habilitada por
padrão. Os scripts devem ser corrigidos de forma a usar
SCRIPT_FILENAME ao invés de
PATH_TRANSLATED.
cgi.force_redirectbool
cgi.force_redirect é necessário para prover segurança ao executar o PHP em modo
CGI na maioria dos servidores web. Se deixada indefinida, o PHP
irá habilitá-la por padrão. Desabilitá-la é um risco de
segurança.
Usuários do Windows: Ao utilizar o IIS esta opção deve
ser desabilitada. O mesmo vale para servidores OmniHTTPD e Xitami.
cgi.nphbool
Se cgi.nph estiver habilitada, forçará o CGI a enviar sempre Status: 200 em
todas as requisições.
cgi.redirect_status_envstring
Se cgi.force_redirect estiver habilitada e não estiverem sendo executados
servidores web Apache ou Netscape (iPlanet), pode ser
necessário configurar um nome de variável de ambiente que o PHP irá procurar
para saber que é correto continuar a execução.
Configurar esta variável pode causar problemas de segurança,
deve-se ter certeza do que está sendo feito antes de realizar alterações.
cgi.rfc2616_headersbool
Indica ao PHP qual o tipo de headers usar ao enviar o código de resposta
HTTP. Se estiver desabilitada, o PHP envia um header "Status:" da RFC 3875
que é suportado pelo Apache e outros servidores web. Quando esta opção
é habilitada, o PHP enviará headers em conformidade com a
RFC 2616.
Se esta opção estiver habilitada e o PHP estiver rodando em um ambiente CGI (por exemplo, PHP-FPM)
não devem ser utilizados headers de resposta de status HTTP no padrão RFC 2616. Em vez disso,
deve ser usado o seu equivalente RFC 3875, por exemplo, em vez de header("HTTP/1.0 404 Not found");
deve ser usado header("Status: 404 Not Found");.
Deixe-a desabilitada a não ser que saiba exatamente o que está fazendo.
fastcgi.impersonatebool
O FastCGI rodando no IIS (em sistemas baseados em WINNT) suporta a habilidade de representar
os tokens de segurança do cliente que faz a requisição. Isso permite ao IIS definir o
contexto de segurança no qual a requisição executa. O mod_fastcgi rodando no Apache
atualmente não suporta esta funcionalidade (17/03/2002)
Habilite ao rodar no ISS. O padrão é desabilitado.
fastcgi.loggingbool
Ativa o logging do SAPI ao utilizar o FastCGI. O padrão é
habilitar o logging.
Upload de Arquivos
Opções de Configurações de Upload de Arquivos&Name;&Default;&Changeable;&Changelog;file_uploads"1"INI_SYSTEMupload_tmp_dirNULLINI_SYSTEMmax_input_nesting_level64INI_PERDIRmax_input_vars1000INI_PERDIRupload_max_filesize"2M"INI_PERDIRmax_file_uploads20INI_PERDIR
&ini.descriptions.title;
file_uploadsbool
Permite ou não
upload de arquivos através do HTTP. Veja também as diretivas
upload_max_filesize,
upload_tmp_dir e
post_max_size.
upload_tmp_dirstring
O diretório temporário utilizado para armazenar arquivos durante o
upload. Precisa ter permissão de escrita para qualquer usuário que o PHP
esteja usando para rodar. Se não especificado o PHP usará o padrão do sistema.
Se o diretório especificado aqui não tiver permissão de escrita, o PHP tenta o
diretório temporário padrão do sistema. Se
open_basedir estiver habilitado, então
o diretório padrão do sistema deve ser permitido para que o upload
tenha sucesso.
upload_max_filesizeint
O tamanho máximo de um arquivo enviado.
post_max_size precisa ser maior que esse valor.
&ini.shorthandbytes;
max_file_uploadsint
O número máximo de arquivos permitidos simultaneamente durante um upload.
Campos de upload deixados em branco no envio não
contam para este limite.
SQL Geral
Opções de Configurações Gerais de SQL&Name;&Default;&Changeable;&Changelog;sql.safe_mode"0"INI_SYSTEMRemovido no PHP 7.2.0.
&ini.descriptions.title;
sql.safe_modebool
Se habilitada as funções de conexão de bancos de dados que especifiquem valores padrão
usarão esses valores no lugar de quaisquer argumentos passados pelo usuário. Para detalhes
sobre os valores padrão, veja a documentação das funções
de conexão relevantes.
Este recurso foi REMOVIDO a partir do PHP 7.2.0.
Windows
Opções de Configurações Específicas do Windows&Name;&Default;&Changeable;&Changelog;windows.show_crt_warning"0"INI_ALL
&ini.descriptions.title;
windows.show_crt_warningbool
Esta diretiva exibe os alertas do CRT do Windows quando habilitada.